Quatro da manhã não paro de pensar nela.
De me preocupar com ela.
Ela me enlouquece, exige muito de mim e nunca se satisfaz.
Reclamo!
Indago-a porque tanta adversidade, digo que poderia ser melhor, mais justa.
E ainda assim ela permanece.
Escorrendo devagar pelo meu corpo, me fazendo suspirar. Às vezes penso em acabar com ela, e pôr fim à miséria que me cerca.
Mas de alguma forma ela me surpreende, e me convence a permiti-la ficar, coexistir dentro de mim. Nem que seja por mais umas horas.
Vida...
quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010
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